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Vista aérea de um galpão industrial com a cobertura inteira tomada por módulos fotovoltaicos

Energia solar para indústria

Energia solar entregue como projeto de engenharia, não como kit

Módulo e inversor qualquer um compra. O que define se a usina vai gerar o que foi prometido, por vinte e cinco anos, em cima de um telhado que aguenta o peso e dentro de uma instalação que passa na vistoria, é o projeto. É esse o escopo aqui: levantamento, engenharia, laudo, execução, comissionamento e manutenção.

Vista aérea de um centro de distribuição ao entardecer, com a cobertura inteira ocupada por módulos fotovoltaicos, passarela de manutenção com guarda-corpo, e três técnicos da AiOS caminhando com cinto e linha de vida, enquanto carretas são carregadas nas docas abaixo
Cobertura de galpão é a maior área ociosa de qualquer operação logística, e a única que já está paga. A passarela, o guarda-corpo e a linha de vida fazem parte do projeto: trabalho em telhado é NR-35, e isso entra no orçamento desde o começo.

O escopo completo

Doze entregas, e a proposta barata costuma ter quatro

A diferença entre uma usina que funciona e uma que vira processo começa aqui. Cada item abaixo é um documento ou uma etapa com responsável técnico, não um item de catálogo.

Dois profissionais da AiOS conferindo a planta impressa e o projeto no tablet, sobre a laje onde a usina será instalada
O projeto é conferido no local, contra o que existe. É a etapa que decide o tamanho da usina, e a que a proposta de kit pula.
01

Levantamento de consumo

Doze meses de fatura lidos de verdade: consumo em ponta e fora de ponta, demanda contratada, demanda registrada, ultrapassagem, reativo e bandeira. É daqui que sai o tamanho da usina, e não de uma regra de bolso por metro quadrado.

02

Análise tarifária

Grupo A ou B, tarifa convencional, verde ou azul. A modalidade tarifária muda o retorno mais do que a marca do módulo, e revisar o enquadramento às vezes economiza antes de instalar qualquer coisa.

03

Estudo de irradiação e sombreamento

Irradiação do local, orientação, inclinação e sombreamento hora a hora, com o que já existe no telhado: chaminé, exaustor, casa de máquinas, prédio vizinho. Sombra em um módulo derruba a string inteira se o projeto elétrico não previu.

04

Laudo estrutural da cobertura

O item mais pulado do mercado. Telha metálica, fibrocimento, laje ou solo suportam cargas diferentes, e módulo mais estrutura mais vento é carga permanente e acidental somadas. Laudo com responsável técnico, antes de furar qualquer telha.

05

Projeto elétrico

Diagrama unifilar, dimensionamento de condutores e proteções em corrente contínua e alternada, stringbox, aterramento e memorial descritivo, conforme a NBR 16690 e a NBR 5410.

06

SPDA e aterramento

Usina em telhado muda o perfil de exposição a descarga atmosférica. Revisão do SPDA conforme a NBR 5419 e equipotencialização entram no projeto, não na correção depois da primeira tempestade.

07

ART no CREA

Anotação de Responsabilidade Técnica de projeto e de execução. É o documento que diz quem responde, e é o primeiro que a seguradora pede quando algo acontece.

08

Parecer de acesso

Solicitação de acesso à distribuidora, acompanhamento do parecer, atendimento às condicionantes e agendamento da vistoria. Na nossa região, CPFL.

09

Execução

Estrutura, fixação com vedação adequada ao tipo de telha, cabeamento com proteção mecânica e de radiação ultravioleta, quadros identificados e sinalização de risco elétrico.

10

Comissionamento

Ensaios e documentação conforme a NBR 16274: continuidade, isolamento, polaridade, curva característica e termografia. Sem comissionamento, defeito de instalação só aparece na conta, meses depois.

11

Homologação e as-built

Vistoria da distribuidora, troca do medidor por bidirecional, entrada no sistema de compensação e entrega do as-built do que de fato foi instalado.

12

Operação e manutenção

Monitoramento da geração com alarme de queda, limpeza conforme o ambiente, termografia periódica e relatório de desempenho. Usina sem O&M perde geração em silêncio, e ninguém percebe até comparar o ano com o anterior.

A obra

O que separa uma usina que gera do que foi vendido no papel

A ficha técnica do módulo é a mesma em qualquer proposta. O que muda o resultado é como ele foi fixado, por onde o cabo passou, se o torque foi conferido e se o quadro ficou acessível para a manutenção que virá daqui a dez anos.

Equipe da AiOS instalando módulos fotovoltaicos em telhado metálico de galpão ao amanhecer, com cinto de segurança e linha de vida
Fixação na cobertura. O perfil e a vedação mudam conforme o tipo de telha. É aqui que nasce, ou não, a infiltração que aparece na primeira chuva forte.
Detalhe das mãos de um técnico apertando o grampo de fixação de um módulo fotovoltaico com torquímetro
Torque conferido, não estimado. Grampo frouxo solta com o vento; apertado demais trinca o vidro do módulo. O fabricante publica o valor, e ele se mede.
Dois profissionais da AiOS transportando um módulo fotovoltaico pela passarela de uma laje, com um terceiro montando a estrutura ao fundo
Logística de obra. Módulo é frágil e grande. Como ele sobe, por onde circula e onde fica guardado é parte do planejamento, não improviso do dia.
Dois técnicos da AiOS no quadro de inversores, com stringbox, eletrocalha e cabeamento identificado, um deles registrando o comissionamento no tablet
Comissionamento. Ensaio de isolamento, polaridade e curva característica, com relatório conforme a NBR 16274. Sem isso, defeito de instalação só aparece na conta, meses depois.

A conta honesta

Por que a conta de luz da indústria não zera, e quem diz que zera está vendendo

Esta seção existe porque é a pergunta que todo gestor faz depois de assinar, e deveria ter feito antes. Nenhum dos pontos abaixo inviabiliza um projeto solar. Todos eles mudam o retorno, e por isso precisam estar na planilha desde o começo.

Demanda contratada continua sendo paga

Indústria em média tensão, no Grupo A, paga demanda e energia. A usina reduz a parcela de energia; a parcela de demanda continua existindo, porque a rede continua precisando estar disponível para o seu pico. Quem mostra economia sobre o valor total da fatura está comparando coisas diferentes.

O Fio B, e o calendário da Lei 14.300

Desde 2023, quem conecta uma nova geração distribuída paga um percentual crescente da parcela de distribuição sobre a energia compensada. O calendário da lei vai de 15% em 2023 a 100% em 2029, e 2026 está em 60%. Quem já tinha solicitado conexão até 6 de janeiro de 2023 manteve a isenção até 2045. Esse número precisa estar na projeção, ano a ano, e não como média.

Custo de disponibilidade e consumo mínimo

Mesmo gerando mais do que consome, a unidade paga o mínimo da concessionária. É pequeno diante de uma conta industrial, mas some com a ideia de fatura zerada.

Ponta e fora de ponta

A usina gera durante o dia. Se a sua operação tem consumo relevante no horário de ponta, parte dele não é atendida por geração própria no momento em que acontece, e entra na compensação com as regras acima. Em planta com turno noturno isso muda o cálculo inteiro.

Degradação do módulo

Módulo perde eficiência com o tempo, tipicamente em torno de meio ponto percentual ao ano, com garantia de performance declarada pelo fabricante. Projeção que usa a geração do primeiro ano por vinte e cinco anos está otimista por construção.

Troca de inversor

Módulo dura mais que inversor. Uma troca ao longo da vida do sistema é cenário normal, e precisa estar na projeção de caixa como custo previsto, não como surpresa.

O que nós entregamos é a projeção com esses seis itens dentro, ano a ano, com o calendário do Fio B correto e os dois cenários, aquisição e locação. Se o resultado não fechar para a sua operação, está escrito também. Projeto que só fecha quando se omite variável não é projeto, é argumento de venda.

Como a energia chega até você

Quatro modalidades, e a planta nem sempre precisa gerar no próprio telhado

O Marco Legal da Geração Distribuída previu arranjos diferentes. Escolher o errado é o que faz uma empresa concluir que solar não serve para ela, quando o que não servia era o formato.

01

Geração junto à carga

A usina fica no telhado, no solo ou no estacionamento da própria planta, e a energia é consumida ali. É o arranjo mais simples e o de melhor retorno quando há área disponível e cobertura em condição de receber.

02

Autoconsumo remoto

A usina fica em outro endereço, de mesma titularidade, e os créditos abatem a conta da planta. Resolve o caso clássico da fábrica sem telhado disponível, ou com telhado que não aguenta.

03

Geração compartilhada

Um consórcio ou cooperativa de consumidores divide a geração de uma usina comum. Faz sentido para quem não quer imobilizar capital nem ocupar área própria.

04

Múltiplas unidades consumidoras

Uma única usina atendendo várias unidades do mesmo CNPJ ou do mesmo grupo, com rateio definido. Comum em empresa com matriz, filial e centro de distribuição na mesma área de concessão.

Equipe da AiOS montando a estrutura de um estacionamento solar coberto, com módulos fotovoltaicos sobre as vagas e um profissional conferindo o projeto
Estacionamento coberto resolve dois problemas de uma vez: gera energia e cobre o carro. Entra quando o telhado não comporta, ou não aguenta.

A compensação ocorre dentro da mesma área de concessão da distribuidora. Qual modalidade cabe na sua estrutura societária e tarifária é parte do estudo, e não detalhe de contrato.

Onde a energia encontra a segurança

É a mesma engenharia elétrica, e é por isso que faz sentido no mesmo contrato

Segurança eletrônica e geração solar disputam exatamente os mesmos itens: quadro, aterramento, SPDA, infraestrutura de cabo, rede e responsável técnico. Contratar as duas separadamente é pagar duas vezes pelo mesmo levantamento e, pior, deixar a fronteira entre elas sem dono.

Uma ART, um responsável, um levantamento

O mesmo projeto elétrico que dimensiona a entrada da usina revisa a alimentação do CFTV, do controle de acesso e do portão. O aterramento e a proteção contra surto são a mesma obra, feita uma vez.

A usina também precisa ser protegida

Furto de módulo e de cabo de cobre em usina de solo é ocorrência comum, e em telhado o problema é o acesso indevido à cobertura. Perímetro, analítico de vídeo com classificação de objeto e detecção de permanência na área da usina entram no mesmo projeto.

Alarme de geração na mesma central

Queda de geração é evento, e evento tem dono. O monitoramento que já acompanha o perímetro pode acompanhar a usina, e aí uma string fora do ar vira chamado, em vez de virar descoberta no fim do mês.

O que a solar não resolve, e precisa ser dito

Sistema conectado à rede desliga sozinho quando a rede cai. É exigência de proteção anti-ilhamento, existe para não energizar a rede durante o reparo e colocar o eletricista da distribuidora em risco. Na prática: solar sozinha não mantém a sua câmera ligada no apagão. Quem garante isso é nobreak, gerador ou um sistema híbrido com baterias, que é outro projeto e outro custo.

Dois técnicos da AiOS inspecionando uma usina solar de solo ao entardecer, um deles usando câmera termográfica sobre as fileiras de módulos
Usina de solo: a mesma termografia que encontra o módulo com defeito é a tecnologia que, no perímetro, encontra quem não deveria estar ali.

Essa última é a frase que quase nenhum vendedor de solar diz, e é exatamente a que importa para quem contrata segurança. A continuidade do seu sistema de segurança continua dependendo de autonomia dimensionada, com ou sem usina no telhado.

Sustentabilidade e ESG

O que dá para afirmar, e o que não dá

Energia solar é fonte renovável e de baixa emissão na operação, e isso tem valor concreto para quem presta conta a cliente, a auditoria ou a matriz. Mas afirmação ambiental mal feita vira passivo de imagem, e a régua hoje é mais dura do que era.

  • Dá para afirmar: redução do consumo de energia da rede e da emissão associada a ele, o chamado escopo 2 do inventário de gases de efeito estufa
  • Dá para afirmar: geração própria de fonte renovável, com a quantidade medida pelo próprio inversor e auditável
  • Dá para afirmar: contribuição concreta à meta de energia limpa da companhia, em números, não em adjetivo
  • Não dá para afirmar: operação neutra em carbono, que depende do inventário inteiro, inclusive escopos 1 e 3
  • Não dá para afirmar: emissão zero, porque fabricação, transporte e descarte dos módulos emitem
  • Cuidado duplo: vender certificado de energia renovável sobre a mesma energia que já foi compensada na fatura é contagem dobrada, e é o erro que derruba um relatório na auditoria

Entregamos o número da geração e a metodologia junto, para o seu time de sustentabilidade usar o dado sem precisar defendê-lo depois.

Dois profissionais da AiOS conferindo no tablet uma usina fotovoltaica instalada sobre a cobertura verde de um empreendimento de alto padrão
Cobertura verde e usina convivem: o telhado vegetado baixa a temperatura do módulo, e módulo mais frio gera mais.

Sobre o termo “energia biológica”

Ele aparece de vez em quando em material comercial, mas não existe no mercado brasileiro de energia. Os termos corretos, e os que o seu cliente e o seu engenheiro reconhecem, são energia renovável, energia limpa, energia solar fotovoltaica e geração distribuída.

Energia de origem biológica existe, e se chama biomassa ou biogás: bagaço de cana, resíduo de madeira, resíduo agrícola, efluente. É outra fonte, com outra engenharia, outro licenciamento ambiental e outro contrato. Se a sua planta tem resíduo orgânico em volume, isso é uma conversa separada, e vale a pena ter.

Onde atendemos

Campinas e região, num raio de aproximadamente 80 quilômetros

O mesmo limite da nossa operação de segurança, e pelo mesmo motivo: obra acompanhada de perto e manutenção com prazo que se cumpre. Na nossa área de concessão, a distribuidora é a CPFL, e conhecer o processo dela encurta o caminho até a homologação.

Equipe da AiOS instalando módulos fotovoltaicos na laje de um edifício, com o skyline da cidade ao fundo
Não é só indústria: laje de condomínio e de prédio comercial entram na mesma engenharia, com o mesmo laudo estrutural.
  • Campinas
  • Jundiaí
  • Limeira
  • Paulínia
  • Vinhedo
  • Valinhos
  • Indaiatuba
  • Sumaré
  • Hortolândia
  • Nova Odessa
  • Americana
  • Santa Bárbara d'Oeste
  • Monte Mor
  • Jaguariúna
  • Cosmópolis
  • Artur Nogueira
  • Holambra
  • Santo Antônio de Posse
  • Engenheiro Coelho
  • Itatiba
  • Morungaba
  • Louveira
  • Itupeva
  • Pedreira
  • Amparo
  • Mogi Mirim
  • Mogi Guaçu
  • Piracicaba

Perguntas frequentes

Energia solar para indústria, respondida sem folheto

Retorno e conta de luz

Energia solar zera a conta de luz da indústria?

Não. Em média tensão, no Grupo A, a fatura tem demanda e energia, e a usina reduz a parcela de energia. Somam-se ainda o Fio B sobre a energia compensada e o custo de disponibilidade. A economia é real e costuma ser relevante, mas ela aparece na parcela de energia, não no total da fatura.

Qual é o retorno do investimento?

Depende do seu perfil de consumo, da modalidade tarifária, da área disponível, do custo do capital e do ano de conexão, por causa do calendário do Fio B. Qualquer prazo de retorno dito antes de ler doze meses de fatura é chute. O que entregamos é a projeção com as variáveis abertas, para a sua diretoria conferir cada uma.

O que é o Fio B e por que ele mudou a conta?

É a parcela da tarifa que remunera a distribuição. Pela Lei 14.300, de 2022, quem conecta nova geração distribuída passou a pagar um percentual crescente dessa parcela sobre a energia compensada: 15% em 2023, subindo até 100% em 2029. Em 2026 está em 60%. Projetos que já haviam solicitado conexão até 6 de janeiro de 2023 mantiveram a isenção até 2045.

Vale a pena para quem tem consumo alto no horário de ponta?

Vale analisar com cuidado, porque a geração acontece de dia. Operação com turno noturno pesado tem um cálculo diferente, e em alguns casos a conversa começa por revisão de enquadramento tarifário e por eficiência, antes de solar. Se for esse o caso, dizemos.

Obra, telhado e engenharia

Meu telhado aguenta?

Isso não se responde no olho. Depende do tipo de cobertura, do vão, do estado da estrutura e da carga de vento do local. Por isso o laudo estrutural com responsável técnico vem antes da proposta final, e não depois da instalação. É o item mais pulado do mercado e o que gera o prejuízo mais caro.

Instalar na cobertura causa infiltração?

Causa quando a fixação é feita sem a vedação correta para aquele tipo de telha, ou quando se fura onde não se deve. Com estrutura adequada e vedação especificada, não. A diferença está na execução e na escolha do perfil de fixação, não no fato de haver usina.

Preciso parar a produção para a obra?

A maior parte do trabalho é feita sem parada. Conexão, comissionamento e algumas intervenções no quadro geral exigem janela de desligamento, normalmente curta e agendada. Isso entra no cronograma desde o levantamento, não no meio da obra.

E se eu não tiver telhado disponível?

Existem o solo, o estacionamento coberto e o autoconsumo remoto, em que a usina fica em outro endereço de mesma titularidade e os créditos abatem a conta da planta. Falta de telhado não inviabiliza; muda a modalidade.

Regras, prazos e documentos

Quais documentos o projeto precisa ter?

Memorial descritivo, diagrama unifilar, dimensionamento de condutores e proteções, laudo estrutural, projeto e revisão de SPDA e aterramento, ART de projeto e de execução no CREA, formulário de solicitação de acesso à distribuidora, relatório de comissionamento conforme a NBR 16274 e as-built. Proposta que não lista esses itens está vendendo equipamento, não usina.

Quanto tempo leva até começar a gerar?

O que determina o prazo normalmente não é a obra, é o parecer de acesso e a vistoria da distribuidora, que têm prazos regulatórios próprios e dependem de a documentação ir correta na primeira vez. Projeto bem instruído evita o reenvio, que é o que de fato atrasa.

Preciso trocar o medidor?

Sim. A distribuidora substitui por um medidor bidirecional, capaz de registrar o que entra e o que sai, depois da vistoria de homologação. Isso faz parte do processo e nós acompanhamos.

Operação, garantia e segurança

A usina mantém o sistema de segurança ligado se faltar energia?

Não, e essa é a resposta que mais surpreende. Sistema conectado à rede desliga sozinho na falta de energia, por exigência de proteção anti-ilhamento, que existe para não energizar a rede durante o reparo. Manter câmera, acesso e portão de pé no apagão continua dependendo de nobreak, gerador ou de um sistema híbrido com baterias, que é outro projeto.

Precisa de manutenção?

Precisa, e é barata perto do que ela protege: monitoramento da geração com alarme de queda, limpeza com periodicidade definida pelo ambiente, que em região de poeira ou de fuligem é bem mais frequente, termografia periódica e inspeção de fixação e de conexões. Sem isso, a usina perde geração em silêncio.

Qual a vida útil e quais as garantias?

Módulos trabalham com garantia de performance de longo prazo declarada pelo fabricante, com degradação gradual ao longo dos anos. Inversor tem vida mais curta e uma troca ao longo do período é cenário normal, que precisa estar na projeção. Garantia de produto, de performance e de instalação são três coisas distintas, e as três têm que estar escritas.

Usina de solo é alvo de furto?

Módulo e cabo de cobre são alvo, sim, principalmente em área afastada. É um dos motivos pelos quais tratamos energia e segurança no mesmo projeto: perímetro com detecção, analítico com classificação de objeto e monitoramento da área da usina entram junto, e não como contrato separado depois do primeiro prejuízo.

Comece pela fatura, não pelo orçamento

Com doze meses de conta na mão, dá para dizer em poucos dias se o projeto fecha para a sua operação, em que modalidade e com qual ordem de grandeza. Inclusive para dizer que não fecha, quando for o caso.

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